segunda-feira, 16 de junho de 2014

Dia dos Namorados tem pior venda desde 2009, diz Serasa



As vendas no varejo na semana que antecede o Dia dos Namorados (de 6 a 12 de junho) cresceram 0,5% na comparação com a mesma semana do ano passado, segundo o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio - Dia dos Namorados 2014, divulgado nesta sexta-feira, 13, pela entidade. Este foi o resultado mais fraco do varejo para a data comemorativa desde o ano de 2009. Apesar da tendência de desaceleração, o incremento nas vendas foi mais expressivo em 2010 (10,9%), 2011 (8,6%), 2012 (5,2%), 2013 (4,4%). Em 2009, houve queda de 1,7%.
De acordo com a Serasa, somente no final de semana antes do dia 12 (de 06 a 08 de junho), as vendas subiram 1,0% em relação ao fim de semana equivalente de 2013. Na capital paulista, o movimento foi contrário. Houve retração de 0,6% nas vendas durante a semana e de 1,7% durante o final de semana.
Na avaliação dos economistas da Serasa Experian, um dos fatores que influenciaram negativamente o setor foi a coincidência da data com a abertura da Copa do Mundo. Além disso, dizem, o fraco desempenho das vendas dos Dias dos Namorados em 2014 reflete também o encarecimento do crédito, o baixo grau de confiança dos consumidores e a inflação em patamar elevado, o que reduz o poder de compra dos consumidores.

Fonte: Leia mais em http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/economia/20140613/dia-dos-namorados-tem-pior-venda-desde-2009-diz-serasa/163181.shtml

Faixa de 21 a 40 anos tem mais inadimplentes, diz estudo



A faixa etária de 21 a 40 anos concentra o maior porcentual de inadimplentes, com 4,67% do total tendo algum cheque devolvido em maio, segundo dados da Pesquisa Nacional sobre Liquidação de Cheques, realizada pela Telecheque, serviço da Multicrédito.
De acordo com o diretor de crédito e risco da instituição, Walter Alfieri, "os jovens que constituem a geração Y buscam novidades tecnológicas, são ambiciosos e buscam através dos bens se destacar e dizer quem são". Estas características, segundo ele, os levam a consumir produtos e serviços de maior valor agregado, tais como automóveis, motos, viagens, além de cursos de aprimoramento profissional. De acordo com o especialista, nestes segmentos o cheque é um dos meios de pagamento mais utilizados.
Ainda segundo a Telecheque, a segunda faixa etária que reuniu maior porcentual de cheques devolvidos foi a que compreende pessoas entre 41 e 50 anos, considerada a geração X pela instituição, com 2,97%. Em seguida, aparecem aqueles entre 51 e 68 anos, os baby boomers, com 1,72%, segundo a instituição.
O estudo aponta ainda que o índice de inadimplência com cheques no Brasil, em maio, foi de 3,07%, ante 2,79% registrados em abril. O tíquete médio no mês passado foi de R$ 862,00, valor 5,6% superior aos R$ 816,00 apresentados no mês anterior. A inadimplência de pessoas físicas, em maio, foi de 3,15%, e de 2,82% entre as pessoas jurídicas.

Fonte: Leia mais http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/economia/20140613/faixa-anos-tem-mais-inadimplentes-diz-estudo/163201.shtml 

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Brasil tem o sexto maior imposto para empresas




O Brasil tem a sexta maior alíquota de imposto para empresas entre 130 países pesquisados, segundo um levantamento feito pela KPMG Internacional divulgado ontem. De acordo com a consultoria, a carga tributária no Brasil chega a 34%. Em primeiro lugar, ficaram os Emirados Árabes, com alíquota de 55%, enquanto à frente dos países que menos cobram imposto das empresas apareceu Montenegro, com carga tributária de 9%.

Considerando somente os países do G-20, que englobam as vinte maiores economias do planeta, o Brasil sobe para o terceiro lugar, atrás apenas de Estados Unidos (40%) e Japão (35,64%), apontou o levantamento da KPMG.

— O estudo mostrou que, em relação à edição anterior da pesquisa, o Brasil vem mantendo a alíquota em 34%, enquanto nove países aumentaram seus impostos e 24 os reduziram — explica Pedro Anders, sócio da KPMG da área de tributos. — Apesar de não ter elevação nos últimos anos, o Fisco brasileiro tem aprimorado os instrumentos eletrônicos de fiscalização para melhorar a arredação.

O levantamento da KPMG mostra que a alíquota no Brasil é alta, estando no patamar daquelas cobradas em países ricos. Além disso, lembra Anders, apesar da estabilidade na carga tributária para empresas, nos últimos anos os critérios de apuração têm sido modificados.

A KPMG chegou aos 34% considerando os 15% da alíquota básica de Imposto de Renda da Pessoa Jurídica, mais 10% sobre o lucro que exceder R$ 240 mil e 9% da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL).

Um grande problema no Brasil, lembra o especialista da KPMG, é calcular a carga de impostos indiretos cobrados, que apresentam uma complexidade muito grande. Outro desafio, diz Anders, é que, embora as leis tributárias sejam locais, hoje os negócios são globais:

— Empresas que operam internacionalmente acabam tendo problemas. Vide o caso da Vale, que acabou indo questionar na Justiça o pagamento de imposto sobre lucros obtidos por suas subsidiárias no exterior.

A advogada Ana Cláudia Utumi, sócia responsável pela área tributária do escritório TozziniFreire Advogados, avalia que esse patamar de 34% é muito elevado, e o impacto é conhecido: imposto alto acaba travando muitos negócios.

— Essa alíquota é um desestímulo aos novos negócios e acaba travando o reinvestimento de empresas no país. Muitas companhias estão preferindo reinvestir na África ou Ásia, por exemplo — explica a advogada.

Ela lembra que para bancos e seguradoras, por exemplo, a carga tributária chega a 40%. Na média, a carga tributária brasileira atual representa 38% do Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos no país).

— Ou seja, quase 40% do que o país produz vai para tributos — diz Ana Cláudia.

A advogada ressalta que a complexidade da legislação tributária brasileira faz com que, no país, as empresas levem mais tempo para cumprir obrigações básicas, como preencher formulários:

— Dados do Banco Mundial mostram que as empresas gastam 2.600 horas por ano com preenchimento de formulários e pagamento de impostos. Na Bolívia são 1.080 horas. No México, as companhias gastam 450 horas com isso, e no Chile, 300 horas. Nos Estados Unidos, esse tempo é de 170 horas. Ou seja, no Brasil a burocracia também ainda é um grande problema — afirma ela.

Os 10 países que cobram o imposto mais alto das empresas

1) Emirados Árabes (55%)

2) Estados Unidos (40%)

3) Japão (35,64%)

4) Angola, Argentina, Malta, Sudão, Zâmbia (35%)

5) St. Marteen ( 34,5%)

6) BRASIL, Paquistão e Venezuela (34%)

7) Bélgica e Índia (33,99%)

8) França (33,33%)

9) Namíbia (33%)

10) Moçambique (32%)

Os dez países que cobram imposto mais baixo das empresas

1) Montenegro (9%)

2) Bósnia, Bulgária, Macedônia, Paraguai e Qatar (10%)

3) Omã e Macau ( 12%)

4) Chipre e Irlanda (12,5%)

5) Jordânia (14%)

6) Albânia, Geórgia, Iraque, Kuwait, Líbano, Lituânia, Sérvia (15%)

7) Romênia (16%)

8) Hong Kong (16,5%)

9) Cingapura, Eslovênia, Taiwan (17%)

10) Suíça (17,92%)

Fonte:http://oglobo.globo.com/economia/brasil-tem-sexto-maior-imposto-para-empresas

segunda-feira, 9 de junho de 2014

FEBRABAN INFORMA HORÁRIO DOS BANCOS NA COPA



A Federação Brasileira de Bancos – FEBRABAN informa o horário de atendimento dos bancos durante os jogos da Seleção Brasileira de Futebol, e lança “Cartilha Canais Alternativos” para orientar a população na Copa do Mundo. A Cartilha será disponibilizada eletronicamente, por meio do site da FEBRABAN, para que a população saiba como realizar suas transações financeiras, nos dias em que as agências estiverem fechadas, pelos canais alternativos dos bancos. 
Horário dos bancos
São 12 as cidades sedes da Copa (Porto Alegre - RS, Curitiba - PR, São Paulo - SP, Rio de Janeiro - RJ, Belo Horizonte - MG, Cuiabá - MT, Brasília - DF, Salvador - BA, Recife - PE, Natal - RN, Fortaleza - CE e Manaus - AM), caso haja feriado em alguma delas, os bancos fecham para atendimento ao público e seguem o decreto municipal.
Nos dias de jogos do Brasil, caso não haja decreto de feriado local, todos os bancos devem abrir ao público das 8h30 às 12h30. Vale destacar que essa recomendação está de acordo com a Circular do Banco Central N.º 3.703/2014, a qual autoriza mudança no horário de atendimento das agências nos dias de jogos da seleção, desde que, seja oferecido aos clientes um funcionamento mínimo de quatro horas.
Nos demais jogos, caso não haja decreto de feriado local, o funcionamento das agências bancárias será normal, em todo o País.
A FEBRABAN ainda esclarece que, os bancos deverão afixar em suas dependências aviso sobre o horário de atendimento nos dias de jogos com uma com antecedência mínima de 48 (quarenta e oito) horas.
Pagamento de contas
Os bancos oferecem aos clientes opções como os caixas eletrônicos, a internet banking, o aplicativo do banco no celular (mobile banking), operações bancárias por telefone e também pelos correspondentes, que são casas lotéricas, agências dos Correios, redes de supermercados e outros estabelecimentos comerciais credenciados. 

Bancos vão acabar com piso para TED





Os bancos se preparam para acabar, até o fim de 2015, com o valor mínimo para as operações de Transferências Eletrônicas Disponíveis (TED), apurou o Valor. Em cronograma acertado com o Banco Central, as instituições financeiras se propõem a realizar transferências de recursos de uma conta a outra no mesmo dia, independentemente do valor.


Hoje, há um valor mínimo de R$ 1 mil para que uma transferência possa ser feita nesse formato. Com a medida, os bancos esperam diminuir o uso do tradicional DOC (documento de crédito), largamente empregado em transações de até R$ 5 mil, em que o dinheiro só cai no destino no dia seguinte.

Em 2013, foram R$ 190,8 bilhões de DOCs compensados no sistema, em 256,8 bilhões operações, segundo dados da Câmara Interbancária de Pagamentos (CIP), que processa as operações. É esse volume que pode migrar para a TED, que movimentou R$ 13,6 trilhões no ano passado, com 199,7 milhões de transferências.

Ao retirar o valor mínimo para a TED, os bancos vão concluir a reformulação do Sistema Brasileiro de Pagamentos (SPB), que começou a funcionar em 2002. A mudança no SPB teve objetivo de dar mais solidez ao sistema financeiro brasileiro, ao integrar as instituições bancárias de forma eletrônica.

Ao fim dos 12 anos de implantação, o SPB dará mais segurança e rapidez às transferências bancárias, eliminando instrumentos analógicos, como cheques. Na prática, isso reduz quase a zero o risco de crédito das transferências entre contas de empresas, governo e consumidores.

Quando foi lançado, o piso para a TED era de R$ 5 milhões, mas rapidamente esse valor caiu para R$ 5 mil naquele mesmo ano. Em 2013, data da redução mais recente, o valor mínimo baixou de R$ 2 mil para R$ 1 mil.

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) confirmou ao Valor que, em 4 de julho, o valor mínimo para se fazer uma TED vai cair de R$ 1 mil para R$ 750. Mas não quis se comprometer com uma data para novas reduções nesse piso. "Podemos tornar a reduzir mais à frente, mas não há nada programado", afirma Walter Tadeu de Faria, diretor-adjunto de operações da Febraban. "Acredito que o valor mínimo para se fazer TEDs deva ser zerado de médio a longo prazo."

De acordo com os bancos e com a Febraban, a ideia não é aposentar o DOC mesmo com a TED sem valor mínimo, uma vez que o hábito de uso desse instrumento entre os consumidores é forte.

"Se as pessoas não soubessem da existência do DOC, só usariam a TED", diz Maurício Machado de Minas, vice-presidente do Bradesco. "O DOC vai continuar existindo, mas a tendência é o volume de transações ir caindo."

O cronograma de implantação acertado com o Banco Central lá atrás teve alguns objetivos. Um deles era dar tempo para os bancos se prepararem tecnologicamente. "Enquanto o valor mínimo da transferência foi caindo, fomos aumentando o tamanho das nossas máquinas", afirma Minas.

O tempo também foi necessário para os bancos se acostumarem às transações em tempo real. "Toda a conveniência em tempo real tem uma contrapartida de segurança. Se não formos bons para segurar a fraude, ela acontece em tempo real", diz Minas. Transações suspeitas são checadas por uma equipe especializada do banco, que pode até ligar para o cliente para confirmar a operação.

Alguns tipos específicos de transferência também se tornam mais fáceis por meio do DOC. Joaquim Kiyoshi Kavakama, presidente da CIP, cita o pagamento da restituição de imposto de renda como um dos processos em que o DOC é atualmente mais eficiente que o TED. "No DOC, consigo mandar várias transferências em um arquivo só, o que não acontece na TED."

Segundo Kavakama, a CIP fará uma rodada de investimentos no ano que vem para compra de novos sistemas para suportar o fim do piso da TED. O executivo não divulga o valor.

Em termos de vantagens para os bancos, analistas esperam que a extinção do DOC no futuro possa trazer algum tipo de redução de custos, já que as instituições não precisarão trabalhar com dois sistemas de transferência de recursos em paralelo.

Já do ponto de vista de tarifas, o impacto não deve ser tão significativo. Hoje, os cinco maiores bancos do país já cobram o mesmo valor para ambas as modalidades de transferência.

A facilidade da TED, porém, pode fazer com que aumente o número de transferências eletrônicas, em substituição ao cheque e ao dinheiro, por exemplo.


Por Felipe Marques e Carolina Mandl | De São Paulo

Fonte: http://www.valor.com.br/financas/3573358/bancos-vao-acabar-com-piso-para-ted#ixzz33gdAzkOE

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Santander irá vender fatia em unidade de custódia na Espanha, Brasil e México


O Santander, maior banco da zona do euro, está próximo de vender uma fatia de seu negócio de custódia de títulos, avaliada em até 1 bilhão de euros (1,4 bilhão de dólares) no total, para diversas empresas de private equity, noticiou o jornal Expansion nesta quarta-feira.

Fonte: Reuters - Clique no Link e Veja Artigo Completo:  http://br.reuters.com/article/topNews/idBRKBN0DU0TT20140514

Pedidos de falência recuam 15,6% em abril, mostra Serasa

Em abril, foram registrados 130 pedidos de falência em todo o país, segundo a Serasa Experian. O número representa uma queda de 1,5% frente às 132 solicitações de março de 2014. Na comparação com o mesmo período de 2013, o recuo foi de 15,6%.
Desse total de 130 requerimentos, 58 partiram de micro e pequenas empresas, 36 de médias e 36 de grandes.
"A situação de insolvências das empresas brasileiras pouco se alterou ao longo destes últimos dois meses. Taxas de juros, que se mantiveram em alta, e o baixo dinamismo da economia atuaram para manter praticamente inalterado o cenário de dificuldades financeiras para as empresas brasileiras", diz a Serasa.
Quanto às recuperações judiciais requeridas, houve alta de 66,0% em abril de 2014 diante de março. Foram 88 solicitações realizadas no quarto mês de 2014, contra 53 no mês imediatamente anterior. A maioria dos pedidos partiu de micro e pequenas empresas (55), seguidos pelas médias (19) e pelas grandes (14).    
Fonte: Portal G1 - http://g1.globo.com/economia/pme/noticia/2014/05/pedidos-de-falencia-recuam-156-em-abril-mostra-serasa.html